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As tomadas e plugs no Brasil e no mundo: um guia de viagem

Na hora de planejar uma viagem uma das preocupações que se deve ter é com as tomadas, não é porque o Brasil tem um tipo diferente dos demais é que você vai precisa sair correndo comprar um adaptador universal.

Existem 14 padrões de tomadas no mundo (de A até N), o Brasil é o único que tem o padrão N, que era para ser adotado em toda a Europa, porém a União Europeia não chegou ao um consenso:

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O tipo mais comum no mundo é o C, presente em 145 países:

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Então, se os plugs das tomadas dos aparelhos eletrônicos são do tipo C, eles encaixam muito bem no padrão N do Brasil, a tomada N é feita para aceitar o C, sem problemas. Assim, a maioria dos viajantes que virão para o Brasil durante a copa não precisarão de adaptadores, já os brasileiros que possuem aparelhos com o plug N precisam de um adaptador simples, nada de muita frescura. Um simples planejamento resolve os teus problemas, para acessar a lista completa de países com as tomadas encontradas, basta clicar aqui.

um cuidado essencial é ao viajar para Inglaterra, América do Norte e alguns países da Ásia que possuem pinos achatados, neste caso o adaptador é mais complexo e aí sim sugiro um adaptador universal.

Além disso, observe que embora o padrão de tomadas aqui no Brasil seja N, a maioria dos plugs de eletrônicos levados em viagem (celulares, barbeador elétrico, secadores e até computadores), mesmo comprados aqui, é do tipo C. 

Até hoje só precisei de adaptador no México e na Inglaterra, e foi bem tranquilo conseguir um.

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Quer conhecer o mundo, venha a Londres

Minha vinda a Londres foi curta demais, com certeza saio amanhã com a sensação de não ter feito nada, apesar de meus dias terem sido cheios.
Hoje o dia inteiro foi dedicado ao British Museum, o maior museu de história do mundo. Ele começou antes de 1800 e tem coisas do mundo inteiro.
Há um episódio dos Simpsons que eles ironizam isso. Eles estado na época do Egito antigo e antes de serem mortos, o chefe Wiggan fala: “Nos vemos no Museu Britânico”, ou seja, os tesouros de outros países vão parar em Londres.
Há a maior coleção de objetos gregos e egípcios do mundo, além de uma vasta coleção Africana, Oriental, Maia, Asteca, Suméria e da Oceania.
Enfim, os britânicos roubaram todos e construíram o maior museu de história. Tudo isso é gratuito e muito bem organizado.
Na foto, um fragmento de uma porta de bronze do príncipe do Benin, entregue a Londres em troca de ajuda durante a guerra entre as tribos.
Amanhã vou a Bélgica, mas já estou pensando em voltar, pois muitas coisas ainda me chamam aqui.

Londres e suas pontes

Torre de Londres by jailsonrp
Torre de Londres, a photo by jailsonrp on Flickr.

Mais um dia de caminhada pela cidade. Comecei pela Millennium Bridge, atravessando a pé, tirando muitas fotos e sentindo-a tremer.
Como comecei ao sul, caminhei em direção à Catedral de St. Paul, observando o movimento.
Ainda caminhando eu fui até a Tower Bridge, passando pela torre de Londres, que está na foto. Não pode entrar, pois há necessidade de comprar antecipado.
Depois de um almoço muito bom, fui no Museu do Desing, e segui para a galeria Citty Hall, onde fiz umas compras de roupa, terminado na London Bridge.
Segui para uma passada rápida de 2h no Tate Modern, o museu de arte contemporânea que merece a visita, com obras de Picasso, Miró e Dalí, apresenta várias tendências da arte.
Jantei no Nando’s Chicken onde tudo tem pimenta, até o amendoim, a para terminar a noite atravessei a Southwark Bridge para pegar o metrô e vir para o hotel.

Lindo dia de sol

Regent's Park by jailsonrp
Regent’s Park, a photo by jailsonrp on Flickr.

Minha semana em Londres chegando ao fim, muita coisa por fazer, acredite, uma semana é pouco aqui. Como não vou ter tempo de fazer tudo, estou selecionando as melhores coisas.
Pela manhã iniciei na Royal Institution, onde se encontra o Museu de Faraday. Não é muito comentado e talvez você não ache em guias tradicionais, mas vale uma visita, principalmente se você for químico. Ele não abre fim de semana, então hoje era minha última alternativa. Porém, escolhi um péssimo dia, hoje estavam preparando um casamento lá no prédio e o terceiro andar estava fechado. Mesmo assim, aproveitei um monte, tirei muitas fotos, li muitos originais, brinquei na tabela interativa que tem lá.
Depois eu pretendia almoçar ali na Royal mesmo, mas o restaurante fechou mais cedo por causa do casamento. Como isso não ocorreu, fui aproveitar o lindo dia no Regent’s Park, ia no zoo, mas achei melhor curtir a linda paisagem dos jardins de Queen Mary, caminhar no parque e pensar na vida.
Mais tarde, fui no museu de cera, Madame Tussaud. Com uma fila quilométrica e o ingresso caro demais, eu achei a passagem por dentro do museu até que rápida, com tanta coisa para ver daria para perder umas 3h. Ali dentro ainda tem um cinema 4D, que é muito divertido.
Por fim, terminei minha tarde no museu do Sherlock Holmes, que fica muito próximo do Mme Tussaud e conta um pouco da vida do detetive e do seu amigo Watson, tudo baseado nos relatos dos livros de Arthur Conan Doyle.

A Ciência em Oxford

Meu presente by jailsonrp
Meu presente, a photo by jailsonrp on Flickr.

Hoje foi um dois melhores dias desde que estou viajando.
Fui até a cidade de Oxford, conheci os diversos Colleges existente ali, visitei duas igrejas, fui no Museu de História da Ciência, assisti uma aula sobre os pesos atômicos dos elementos, a dificuldade de se ter um padrão no século XVIII e os erros nas fórmulas.
Depois fui a um Pub Irlandês para almoçar e para terminar o dia fui até uma livraria, enquanto não parava a chuva.
Na livraria eu fiquei espantado com o baixo preço dos livros. O que eu me dei de presente, que está na foto deste post, custou £20,00, ou seja, R$ 50,00 cotação do dia que eu comprei as libras.
Fico indignado com os preços de livros no Brasil, não poderia ser tão caso assim. Ainda quero fazer uma viagem só para conhecer os livros do mundo.

O centro do mundo

Hoje fui ao marco zero do mundo, o meridiano de Greenwich, que fica num parque de mesmo nome.
Passei a maior parte do dia lá, conheceu os jardins, visitando o observatório, o museu da marinha e o planetário.
Londres é conhecida pelo centro do mundo devido a ser o primeiro país a propor um sistema seguro de navegação, que consiste no uso de coordenadas geográficas para a sua localização.
Ali também tem a diferença da hora local e da hora legal, que são adotadas pelos países.
Para terminar o dia, uma caminhada no parque, comer aqui foi muito bom.
Chegar nesta parte da cidade não é tão fácil, mas a vista compensa, além de o metrô passar pela estação Canary Wharf, uma das mais modernas que eu já vi.

A ciência inglesa

Hoje tive um dia de ciência aqui na Inglaterra. Primeiro o museu de História Natural e depois o museu de Ciências. Você pode se perguntar: “mas História Natural não é ciência?” Bem…
O museu, muito maior e mais impressione que o imaginado, estava cheio de visitantes. As crianças adoravam os dinossauros: – papá, papá, ele hace urrrrrrr, disse um menino espanhol que estava com a a família.
Além dos dinos, os mamíferos e os minerais são outra mais procurados.
As joias raras devem custar milhões.
A medusa está na entrada da exposição de Geologia, mostrando os mitos da criação, para os gregos o olhar dela faz com que se petrificassem animais, tornando-os fósseis. Além dela tem o Deus Atlas, o Cronos e o Ciclope.
Depois fui ao Museu de Ciência, que fica ao lado. A exposição da ciência do século 18 foi ótima, mas a melhor é a história, a arte e a ciência da medicina.
Tinha muita coisa para ser vista, porém as coisas fecham cedo, acho que ainda volto, terminar de ver as coisa que ainda não vi.