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Peru – 5º dia: Deslocamentos e atrasos

Planejei minha ida de Cusco a Lima no final da manhã para que não precisássemos acordar cedo e, ainda, pudéssemos curtir a tarde em Lima, o que não ocorreu. Nosso voo que era às 11h30, sai com 3h de atraso e chegamos no hotel às 16h, até fazer check inn, trocar de roupa e ir almoçar, perdemos o dia.

Para o deslocamento interno no Peru escolhemos uma companhia regional chamada de Peruviana, sendo a ida e volta de Cusco por 150 dólares com a s taxas já. A tradicional LAN cobra quase o dobro disso, intermediária entre as duas tem a Star Peru, que às vezes tem umas promoções boas. A Peruviana tem umas aeronaves bem antigas, que parece que vai cair alguma coisa dentro, mas tem um serviço de bordo simples mas eficiente. 

Nosso almoço/jantar foi no Mangos do Shopping Larcomar, escolhido por três motivos: vista excelente, cardápio variado e wi-fi grátis, aliás, esta última é uma condição para escolha de muitos restaurantes e bares quando eu estou viajando, como não habilito a internet para uso no exterior, fico dependente da rede sem fio, mas muitos lugares têm e dá para sobreviver bem tranquilo com as opções, desde que a internet do hotel seja boa.

Peru – 4º dia: Machu Picchu

Machu Picchu by jailsonrp
Machu Picchu, a photo by jailsonrp on Flickr.

Também chamada de a cidade sagrada dos Incas, Machu Picchu fica perto da cidade de Águas Calientes, no Peru.
Algumas pessoas dormem nesta cidade antes de subir, mas eu fiz um bate e volta de Cusco. Saímos às 4h30 da manhã do hotel, com um táxi esperando a gente para levar até Ollantaytambo e lá pegamos um trem que leva 2h até Águas Calientes depois mais um ônibus que leva 25 minutos até o topo da montanha.
A visita leva no mínimo 2h30 e tem ônibus subindo e descendo a todo instante.
Eu contratei um passeio com uma agência, mas não é preciso. Sugiro contratar apenas se você vai em alta temporada, pois só é permitida a entrada de 2500 pessoas por dia e, acredite, tem semanas que ficam lotadas em junho, julho e agosto.
Eu não me preocupei com nada, mas não recomendo a minha agência, atendimento horrível, falta de informação e, ainda, sou daqueles que gostam de planejar cada detalhe das férias.
Então se você quer uma dica de como ir: pegue o trem em Cusco ou em Puno que é mais perto, o trem sai bem mais caro de lá, mas você curte mais o passeio, para comprar a passagem de trem acesse a Rail Peru, tem para todos os gostos e bolsos.
A subida dá para comprar o ônibus na hora, o máximo é esperar uns 20 min, mas mesmo assim compensa e, comprar a entrada do parque por internet e encomendar de uma agência autorizada ou comprar direto pela internet no site oficial, no site oficial tem a indicação de quais são as agências autorizadas, cuidado porque há muita falsificação de ingressos. Dizem que para comprar direto do Brasil só aceitam cartões visa do Bradesco e do Banco do Brasil, não tentei para ver.
E minhas impressões sobre o parque: Eu esperava mais, acho que a guia explorou pouco o lugar, ele é muito cheio, tudo é muito caro e a impressão que você tem é que tem que acabar logo o teu passeio porque logo vem outro grupo.
O lugar é lindo, mas pela quantidade de dinheiro que se ganha ali acho um roubo e, por ter visitado as ruínas astecas e maias no México, os incas deixaram um pouco a desejar. Vale pela beleza natural, pela história realmente precisaria um investimento maior.

Peru – 3º dia: Vale Sagrado dos Incas

Fomos fazer nosso primeiro passeio pelas terras Incas. O Peru não possui muita estrutura para turismo, e os passeios devem ser feitos contratando o serviço de agências, não tem como fazer certos passeios por conta própria.
Para este primeiro passeio fomos ao Vale Sagrado Inca e aqui vai a primeira dica, se você vai nos períodos de chuva (dezembro a abril) leve uma capa-de-chuva daqui, aquelas de R$ 1,99 são muito melhores que as de lá.
Fomos a Pisac, Ollantaytambo (na foto) e Chinchero onde acompanhamos alguns descendentes incas na preparação da lã de alpaca para tecer.
O passeio incluía o almoço típico em Urubamba, que por sinal foi muito bom.
Não gosto destes passeios com agências, pois você fica na dependência dos horários dos outros: Saímos do hotel às 8h10 e só fomos pegar os últimos passageiros às 9h, chegando em Pisac mais de 10h da manhã.
Além disso, o grupo dispersa muito e as explicações dos guias são muito simples. Como comentei com uma amiga, falta uma explicação com mais informações para que o passeio seja melhor.
Entretanto, o Vale Sagrado merece a visita, as paisagens são lindas e mesmo estando em altitude elevada a parte mais cansativa é subir no tempo do Sol, onde foi tirada a foto.

Peru – 2º dia

Miraflores by jailsonrp
Miraflores, a photo by jailsonrp on Flickr.

Para a minha viagem eu resolvi ir para Cusco e para Lima, dessa forma, na minha primeira noite foram apenas algumas horas em Lima.
Quando acordei fui caminhar por Miraflores, bairro onde fica o Hotel Ibis.
A manhã estava cinza, um vento frio, poucas pessoas na rua, mesmo assim fui até o final da Av. Larco onde tirei esta foto em cima do Shopping Larcomar.
Em seguida, fomos ao aeroporto. Nossa ida a Cusco foi por uma companhia regional chamada de Peruvian, aeronaves antigas, aeroporto caótico, muita turbulência ao passar pela cordilheira, mas tudo bem.
A chegada em Cusco foi tranquila, pegamos um táxi do aeroporto mesmo e nos dirigimos ao Novotel. Não tive nenhum problema com a altitude, a não ser um pouco de cansaço, mas mesmo assim tomei o chá de coca, que tem um gosto horrível por sinal.
Deixando as coisas no hotel, saímos conhecer um pouco da cidade, vimos a cerimônia de baixar a bandeira, tanto a de Cusco quanto a do Império Inca e jantamos em um restaurante típico de comida Cusquenha bem perto do hotel, com direito a muito pisco sauer, milho e batata.