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O espetacular Homem-aranha

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Ontem fui assistir ao mais novo lançamento baseado na indústria dos quadrinhos, o espetacular homem-aranha. Se você vai esperando um filme que retrate coisas novas, não apareça no cinema, ele reconta a história de como o Peter Parker se torna o homem-aranha e dá outra personalidade ao super-herói, diferente das três versões cinematográficas anteriores.

Gostei muito de como a teia do homem-aranha é explicada, neste ponto ele foi muito fiel aos quadrinhos, ou seja, Parker não produz a teia, é feito com o auxílio de um equipamento que ele mesmo constrói. Além disso, ele é mais fiel a personalidade do homem-aranha dos quadrinhos, sendo mais adolescente, mais escrachado e menos sério.

Senti falta da frase clássica do tio Ben: “Grandes poderes exigem grandes responsabilidades!”, mas o saldo do filme foi bem positivo, superrecomendado a todos os fãs de filmes de aventura e de HQs.

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OutKast – Hey Ya!

Para alegrar a noite…

Feriado chato, mas nem tanto: O cinema salva teu dia

Feriado em Curitiba é sinal de chuva, frio, sem muita coisa o que fazer, shopping lotado, crianças enlouquecidas e sem muita perspectiva. Para curar o problema do meu feriado chato eu fui no cinema.

No dia 13 fui assistir o 11.11.11 o que me tornou mais ateu do que eu já sou, pois eu não duvido que uma religião realmente não tenha sido formada com base no filme. A obra é muito boa mesmo, eu adoro filme de terror e esse tem a medida certa, sem grandes medo, com muito suspense e um final que não é óbvio.

Algo que chama a atenção constantemente no filme é como o medo pode ser implantado constantemente em uma pessoa e, nem sempre  nos damos conta disso. Selecionei uma  imagem de divulgação do filme que mostra um pouco da ideia de que o medo pode fazer com que a pessoa acredite em coisas que não existe.

Ontem, 14.11 eu fui assistir o filme Contágio. Uma obra de ficção científica que é mais meu gênero. Não foge muito do enredo de outros filmes clássicos como epidemia, mas tem seu valor, pois foge daquela ideia de que a transmissão de uma doença se dá apenas pelo ar.

Achei a figura do blogueiro (Jude Law) muito interessante, pois mostra que a Internet nem sempre é salvadora, mas que pode causar também muitos problemas às pessoas.

A personagem de Marion Cotillard desenvolve Síndrome de Estocolmo, pena que isso não é explorado no filme. E o que mais chama atenção é que você sai tentando evitar contatos mais prolongados com as coisas. No meu caso, eu estou me policiando para não colocar a mão no rosto.

A cena que mais me chamou a atenção foi logo no início: aparece 2º dia, ou seja, você fica pensando que dormiu por alguns segundos e perdeu o primeiro dia em algum momento do filme, mas no final há uma explicação para isso.

Esqueça o filtro solar e acredite no conhecimento

Esse vídeo é ótimo e eu concordo que acreditar no conhecimento é o melhor conselho possível para se dar a alguém.

A escola dos Malvados

Eu sou um grande fã do André Dahmer, dono do site Malvados e que publica histórias em quadrinhos sobre a situação precária do individualismo do mundo. Além disso, ele mantém um blog que publica rabiscos e esboços. Foi lá no blog que eu encontrei essa charge:

Se eu tivesse que complementar ou mudar alguma coisa na charge anterior, eu colocaria:

Química – (tirado do site dos Malvados)

Religião – (tirado do blog do André Dahmer, mas uma homenagem a Angeli).

Planeta dos Macacos – A Origem

Acabei de chegar do cinema, fui assistir o planeta dos macacos. Tudo com um certo receio, pois não lembrava mais da história do original e as críticas que eu tinha lido e ouvido disseram que era necessário conhecê-lo.

Após assistir, percebi que mesmo uma pessoa que não conhece a história pode assistir sim, ficando talvez umas duas lacunas apenas.

O filme foi muito bem escrito e é um prato cheio para os educadores entenderem um pouco do processo de aprendizagem e como se dá a construção da inteligência. Embora o filme passe rapidamente por períodos de tempo, dá para entender sim como o macaco aprende.

Outra coisa que chama atenção, agora para os interessados em Biologia, é de como se dá a transmissão do vírus que ataca os humanos, que é mostrado bem no final do filme (muita gente sai antes disso).

Harry Potter 7.2

Acabei de chegar do cinema, assistir Harry Potter e as relíquias da morte, parte 2. Não preciso dizer que fiquei impressionado com tantos efeitos especiais e uma preocupação com a continuidade em relação aos filmes anteriores.
As cenas de luta são muito interessantes, além de mostrarem que todos, até os mais fracos devem contribuir com a batalha. O mais importante é que temos medo, inclusive medo da morte. Mostra que podemos ser traídos a qualquer momento e que a maldade muitas vezes é uma defesa, por causa do medo de muitas pessoas (explica, mas não justifica).
Detalhe especial para professora Minerva McGonagall, lutando muito até o final.

Devo confessar que me emocionei com a morte de alguns personagens, como o Dobby na primeira parte e outros tantos nessa etapa final. Creio que o filme deve ser recomendado para crianças de 10 a 99 anos.