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Amsterdam para finalizar a viagem

Homomonument by jailsonrp
Homomonument, a photo by jailsonrp on Flickr.

Hoje foi um dia de muita caminhada, aproveitei a linda manhã de sol para conhecer os mais variados locais, alguns eu já tinha visto a noite. Comecei pelo setor de compras para achar as encomendas dos brasileiros; aliás senti falta de alguns colegas viajantes que adoram uma “lujinha”.
Depois, fui atrás de uma ótica, mas não teve jeito, das 4 existentes no centro de Amsterdam, 1 não reparava óculos e as outras estavam fechadas.
Caminhei pelos canais e fui conhecer o bairro da luz vermelha, uma experiência única e quase indescritível. Prostitutas de todos os lugares do mundo atrás de um vidro esperando o próximo cliente, como um catálogo ao vivo com direito a todas as formas, cores e tamanhos.
O cheiro de maconha é muito forte e você é vigiado pelos seguranças da região.
Em seguida, fui até a casa da Anne Frank, mas não entrei porque a fila estava enorme; faminto, fui procurar um restaurante e quando saí de lá já estava chovendo.
Depois fui para a curva do ouro, ver os casarões, que infelizmente não podem ser visitados por dentro.
Finalizei comendo um waffer na padaria, queria um sonho, mas acho que seria chato pedir um “dream” para a vendedora.
Agora vou arrumar as malas, que amanhã eu tenho que voltar a Paris.

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Domingo de ciência em Amsterdam

O dia hoje começou bonito, depois de uma chuva da madrugada, o sol despontou às 8h30. Saí caminhar para tomar um café da manhã holandês, mas decidi fazê-lo no Nemo.
O Nemo é um museu de ciência interativo em forma de navio, mesmo que você não vá entrar no museu, ele vale uma visita, a vista do café, no topo, é uma das melhores de Amsterdam, subir lá não custa nada.
O museu estaca muito cheio de famílias com muitos filhos pequenos. O que eu gostei é que essa interatividade que ele propõem vai além das ciências naturais, há experimentos de antropologia, sociologia, sexualidade, história etc., três coisas me chamaram muita atenção: a primeira está na foto, a discussão dos padrões normalmente aceitos; a segunda foi a parte do cérebro, mostrado não só o lado orgânico, mas o cultural e o psicológico; e terceira, a parte de sexualidade para adolescentes, onde destaco uma frase “Você quer curar sua heterossexualiade? Então a homossexualidade também não precisa ser curada.”
Depois, fui almoçar e, em seguida, fui no zoo. Fazia tempo que não ia no zoológico, e lembrei que lá não é um lugar legal, os bichos estão presos vivendo num mundi que não é o deles, numa condição não ideal. O de Amsterdam é o mais antigo do mundo, da mesma época da Companhia das Índias Ocidentais (século XVII).
Hoje foi isso, amanhã tem mais.

Amsterdam: sexo, torturas e Heineken

Hoje meu dia foi muito movimentado, fui trocar minha passagem de volta, porque está com obras na linha férrea e eles avisaram que podem ocorrer atrasos. Fui caminhando até a estação central aproveitando a manhã de sol.
Depois, fui no museu do sexo, que é um tanto peculiar. Com fotos, estátuas, animações e outras representações o museu mostra o sexo como ele é, natural entre os seres vivos, mas claro que o homem não se contenta com o simples, há ideias para quem anda sem criatividade e, também, há pessoas que dirão que já viram tudo aquilo pela internet, porém, no contexto do museu é diferente.
O próximo museu foi o de Torturas, mostrando como a Igreja Católica, principalmente, obtinha as confissões dos fiéis. Mostra e explica o funcionamento de alguns instrumentos e indica quando ele era usado.
Saindo dali eu caminhei até a Companhia das Índias Ocidentais, mas não permitem a entrada lá.
Para terminar o dia fui no Heineken Sensations, em que mostra como a cerveja é produzida, como a marca se tornou conhecida mundialmente e tem um filminho 4D no final. No post de hoje eu resolvi compartilhar o comercial da Heineken aqui na Europa (não sei se passa no Brasil), pois realmente a empresa é demais.

Amsterdam: Van Gogh e canais

Jardins do Museuplein by jailsonrp
Jardins do Museuplein, a photo by jailsonrp on Flickr.

Minha rotina de conhecer muitos lugares, como nas outras cidades, diminuiu muito aqui em Amsterdã, por dois motivos principais: cansaço e chuva, muita chuva.
Não parou de chover desde que eu cheguei, então fico andando por aí e pensando no meu quarto quentinho do hotel.
Pela manhã fui no museu Van Gogh, que aliás está no topo dá lista dos melhores, fiquei 4h lá. Fui almoçar e caminhei mais um pouco na chuva, mas voltei ao hotel. Depois uma caminhada na chuva atrás do lanchinho da tarde e a noite mais uma volta pelos canais até o Homomonument, onde jantei perto.
Torcendo para um fim de semana com sol, vou dormir agora.

Amsterdã – onde deixei minha bicicleta mesmo?

Cheguei na também chuvosa Amsterdã. Andei um pouco pelo centro, em volta dos canais, conhecendo as formas de me locomover melhor, já que o metrô não chega nessa área e os bondes só vão pelas ruas principais.
Se não fosse o excesso de chuva nessa época do ano, com certeza a melhor forma seria de bicicleta. Sabe aquela sensação de onde estacionei meu carro? Aqui é bem pior com as bicicletas, elas estão paradas em todos os lugares, tomam conta das ruas. Dizem que mais de 80% da população tem bike e eu acredito, pois caminhando só os turistas mesmo.
A primeira impressão noturna foi de uma cidade escura, mas de fácil localização, meio medieval, com milhões de coisas a serem exploradas.
Com relação a língua, com certeza a mais democrática de todas é Bruxelas, mas aqui se compreende e se fala muito bem o inglês, já que o holandês é tão incompreensível quanto o alemão.
Amanhã eu posto fotos, hoje estou com preguiça.