Uma sexta-feira agitada no México

Pela manhã fui visitar a pirâmide maior, que são ruínas localizadas bem no Zócalo e contam a história do povo asteca ou mexica, os indígenas que estavam na capital quando Cortez chegou.
Após a destruição da cidade asteca, deu-se início a construção da capital da Nova Espanha. O museu destas ruínas é muito bem distribuído, com muitas peças, recomendo o audioguia.
Depois disso fui até a Catedral Metropolitana e fiz uma visita rápida, riqueza da igreja católica não impede a deterioração do acervo desta igreja.
Saindi dali fui no museu de caricatura, que apesar de interessante, tem poucas obras expostas.
Em seguida, fui no Museu Nacional de arte, que embora tenha um acervo enorme, estava vazio. Ali aconteceu uma situação incômoda: em todas as salas os seguranças estavam me seguindo, numa distância incômoda de menos de 2 m. Eu me senti um criminoso liberado para ir ao museu, mas com uma escolta da polícia federal.
Para fechar a tarde eu fui no Museu da memória e tolerância. Ele é um dos melhores que eu fui até hoje. Começa contando como o Nazismo chegou ao poder e como o antissemitismo se difundiu pela Europa.
Apresentando os horrores da segunda guerra e de outros genocídios, como o de Ruanda, da Guatemala e dos Armênios, ele mostra as questões de intolerância, para chegr ao final e mostrar a importância do respeito ao próximo.

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